Cheio de esperança surge como um sopro, os desejos de
saber do mundo.
Tudo tão distante e tão inacessível.
Cheio de esperança dentro de um espaço silencioso
Mas que é capaz de reproduzir imagens, cheiro, sonoridade e vazio
A mente do coração que vagava pelo mundo sem teto e
destino
Abaixo da clara e matutina nuvem, cheio de esperança fugaz
caminhava
Para o destino, para o além.
Quem era ele que chamava ao portão, todos os dias e cheio
de esperanças
Olhava o futuro tão além como qualquer criança
acreditando um dia poder estar lá.
Nuvens, sempre nuvens, e ele deitado em seu colo contemplando-as,
cheio de esperança.
Estas que um dia partiram, assim como um sopro, sem deixar esperanças na mente
de um coração cheio de esperanças.